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Mostrando postagens com o rótulo 2018

Convite para uma aula prática (e gratuita) sobre psicanálise!

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Vamos para uma aula prática de psicanálise? Você pode ir fisicamente ou somente imaginar que está chegando lá. É bem perto da sua casa. Saia às ruas, vista uma roupa qualquer, se for de dia use óculos escuro ou até mesmo filtro solar, se for a noite aproveite a brisa suave e a luz da lua. Chegando lá perceba o que acontece quando se reprime uma energia instintiva. É bem simples na verdade, vamos fazer um comparativo. Antes a sociedade via com bons olhos os homens que tinham várias mulheres, suas esposas passavam suas roupas para que eles saíssem com suas amantes, alguns até mantinham várias famílias. Isso era comum (pra não dizer que ainda é, em algumas regiões). Em alguns países, como no Brasil é o princípio da monogamia que está instituído legalmente através do direito da família. Impedindo que um ser humano case duas vezes legalmente sem antes ter desfeito o primeiro laço. Nesse caso não houve tanta repressão das famílias que viviam nessa sit...

Eu sou 2018

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Não sei você, mas meu 2018 começou meio  down , assim como na canção "Alô, alô, marciano". A despeito de sermos o maior milagre do universo, às vezes sentimos aquele "banzo".   Eu estava mofino, mesmo. Meio que sem querer, sem prestar atenção, veio aquela sensação  coisada como se eu tivesse me lembrado de uma coisa ruim há dez segundos, e agora não sei mais o que era.   Quando eu parei para olhar, para me olhar, ver o que estava acontecendo aqui no meu peito - ou na mente - reparei: são esses tempos TEMERosos, de mentalidades limitadas, de gasolina que sobe, energia que sobe, inflação que não existe, mas que mesmo assim os preços sobem; salário ínfimo, segurança nenhuma, saúde - necas -, poluição, violência, acidentes, descaso, retrocesso, babaquice, preconceito, excesso de desinformação pela internet, picuinhas mesquinhas de redes sociais, guerras pelo mundo, atentados... PARA! PARA AÍ!   Esse é o comando: "Para", imperativo do verbo parar...

Quem eu sou? Por Allan Brito

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É de manhã, o despertador toca e eu me levanto. Quem sou eu? Aí depende. Se me defino do ponto de vista profissional  sou  um pedreiro, funcionário público ou advogado. Confiro as ferramentas na mochila, o freio da moto ou o caimento da gravata. Sou homem ou mulher, jovem ou de idade. Um trabalhador, um atleta ou um insone. Quem sou eu? Posso dizer meu prenome, nome e sobrenome - ilustre ou desconhecido. Posso mostrar meu RG, meu CPF e até minha CTPS. Posso ser chamado por extenso ou numa sigla. Amante das artes, vagabundo ou vilão. Asceta, nômade ou estressado. Posso ser muitas coisas e nenhuma, multiplas denominações ao longo do dia, mas que não chegam a ser uma definição concreta e exata. Sou muitos "Eus" em cada faceta da minha personalidade.  Quem sou eu? Essa pergunta essencial, talvez nunca feita em voz alta a si mesmo. Muito além dos rótulos, da origem, família, cultura e nação; muito além da cor dos olhos, cabelos ou pele, da reli...

Para 2018...

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Cada passo que damos depende de dezenas de pessoas. Quando acreditamos que estamos sozinhos estamos fechando os olhos para todos que estão nos amparando, mesmo que estejamos caminhando de forma solitária não nos apercebemos que há uma estrada, e para que ela estivesse ali alguém teve que afastar a vegetação rasteira e abrir caminho. Mesmo que cada passo só dependa do nosso esforço, para que eu tivesse pernas firmes foi necessário receber uma carga genética para isso, e uma carga sócio-cultural para entender e praticar o ato de andar. Ainda que eu imagine que ando só, devo lembrar das pessoas que colaram as solas dos meus sapatos e que costuraram minhas roupas, e se isso não for suficiente para me convencer que estou acompanhado, é simples rememorar todos que torcem por mim, para que eu chegue ao fim da estrada, todos que eu deixei ou que eu encontrarei pelo caminho. Pensando nesse conteúdo resolvi convidar pessoas especiais em minha vida para contribuirem com nosso blog. A part...