Eu sou 2018
Não sei você, mas meu 2018 começou meio down , assim como na canção "Alô, alô, marciano". A despeito de sermos o maior milagre do universo, às vezes sentimos aquele "banzo". Eu estava mofino, mesmo. Meio que sem querer, sem prestar atenção, veio aquela sensação coisada como se eu tivesse me lembrado de uma coisa ruim há dez segundos, e agora não sei mais o que era. Quando eu parei para olhar, para me olhar, ver o que estava acontecendo aqui no meu peito - ou na mente - reparei: são esses tempos TEMERosos, de mentalidades limitadas, de gasolina que sobe, energia que sobe, inflação que não existe, mas que mesmo assim os preços sobem; salário ínfimo, segurança nenhuma, saúde - necas -, poluição, violência, acidentes, descaso, retrocesso, babaquice, preconceito, excesso de desinformação pela internet, picuinhas mesquinhas de redes sociais, guerras pelo mundo, atentados... PARA! PARA AÍ! Esse é o comando: "Para", imperativo do verbo parar...