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Programa Debate Social - Rádio Verde Vale

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É com muita felicidade que venho agradecer pelo convite do radialista Edvan Oliveira. No último sábado dia 27/09 participei do Programa Debate Social falando sobre temas como Depressão, Alternativas Terapêuticas, Bipolaridade, Psicanálise, Hipnoterapia, Transtornos, Fobias, Sonhos, Programação Neurolinguística, dentre outros assuntos diretamente relacionados com a Excelência Humana e os desafios que podemos superar. Recebi essa comenda acima apresentada e fiquei muito satisfeito com a participação naquele momento que espero ter elucidado ou auxiliado algum ouvinte. Apesar das viagens constantes fico muito feliz em estar de volta e continuar tendo espaço aqui na região onde nasci. Obrigado por todo o carinho e atenção! Continuo a disposição para maiores dúvidas e esclarecimentos. Abraços, Adamo Brasil

As distâncias ficaram curtíssimas.

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Parece que não há mais limites, que o céu está aberto para todos e quem sabe para ter o sol basta se aquecer. As idéias são enviadas por quilômetros em pouquíssimos segundos, tudo está a mão, temos aplicativos, acessórios e uma rede mundial para atender nossas demandas. Queremos um lanche, pedimos em poucos movimentos das pontas dos dedos, precisamos de um táxi, em 3 minutos está na sua porta depois de apertar um botão. E ele sabe sua localização exata graças a três letras: GPS. Mas penso que outras ter letras devem fazer parte do nosso contexto e do nosso encontro conosco mesmo: SOS. Quanto mais penso sobre as distâncias, mais percebo o quão distantes estamos de nós mesmos, parece que abrir-se para fora nos tirou a perspectiva de mergulhar para dentro, isso parece redundante, mas é real. O real é cíclico, as vezes até dói.  O que vejo nessas gerações é a ausência da realidade, nos não aprendemos a lidar com a dor, ela é inevitável, a perca de alguém querido, a decep...

Metáforas - A culpa é das estrelas [O FILME]

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Depois de um dia falando sobre as metáforas ericksonianas nada mais justo do que ir a noite ver o filme A Culpa é das Estrelas. Atendendo o pedido da minha esposa, já que não havia lido o livro como ela solicitara anteriormente, fomos ver uma história triste que eu já sabia o final. De maneira surpreendente o diretor de arte e de fotografia conseguiram prender minha atenção, e o mais belo e brilhante é quantidade de elementos metafóricos que existem nas relações e sistemas que se misturam naquela tela. Emoções humanas colocadas em uma vitrine onde o que importa é sua vida depois do diagnóstico, conflitos, rejeições, aceitações, sensação de alerta vermelho, como se a morte estivesse sempre por perto. E continuo repetindo: Quem sabe se todos nós, saudáveis, doentes ou em fase terminal, soubéssemos que podemos morrer a qualquer hora. O que faríamos da nossa vida? Quem gostaríamos que fosse em nosso funeral? Qual o legado que deixamos? Como foi nossa última despedida das pessoas qu...

2/52 - Segunda Semana, Segundo Filme (resenha atrasadíssima)

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Sinopse e detalhes Carrie retrata um grande desastre ocorrido na cidade americana de Chamberlain, Maine, destruída pela jovem Carietta White. Nos anos anteriores à tragédia, a adolescente foi oprimida pela sua mãe, Margaret, uma fanática religiosa. Além dos maus tratos em casa, Carrie também sofria com o abuso dos colegas de escola, que nunca compreenderam sua aparência, nem seu comportamento. Um dia, quando a jovem menstrua pela primeira vez, ela se desespera e acredita esta morrendo, por nunca ter conversado sobre o tema em casa. Mais uma vez, ela é ridicularizada pelas garotas do colégio. Aos poucos, ela descobre que possui estranhos poderes telecinéticos, que se manifestam durante sua festa de formatura, quando os jovens mais populares da escola humilham Carrie diante de todos. Minhas percepções: Acho que o filme por ser regravado deixou um pouco esse sabor que deveríamos ter visto as versões anteriores. Será que a Kimberly Peirce achava que TODOS já tinham visto es...

1/52 - Primeira Semana, Primeiro Filme

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Sinopse e detalhes Nenhuma família é verdadeiramente normal, mas a família Hoover extrapola. O pai desenvolveu um método de auto-ajuda que é um fracasso, o filho mais velho fez voto de silêncio, o cunhado é um professor suicida e o avô foi expulso de uma casa de repouso por usar heroína. Nada funciona para o clã, até que a filha caçula, a desajeitada Olive (Abigail Breslin), é convidada para participar de um concurso de beleza para meninas pré-adolescentes. Durante três dias eles deixam todas as suas diferenças de lado e se unem para atravessar o país numa kombi amarela enferrujada. Retirado de:  http://www.adorocinema.com/filmes/filme-109815/ Minhas percepções: Preciso começar falando que a pequena Abigail Breslin (Olive) realmente mereceu ser indicada ao Oscar, não sei se era somente sua atuação, mas principalmente o papel que dedicaram a ela fez toda a diferença no filme, e talvez em sua carreira. Menina doce, ingênua, aberta, direta e que convivia muito ...

E lá vamos nós...

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Estou a quilômetros de distância da minha casa, me preparando para apresentar um trabalho de conclusão de curso quando de repente recebo um convite especial da minha esposa: Escrever sobre Cinema... óbvio que abandonei tudo e corri para me inscrever no grupo: Projeto Mais Filmes em 2014 no Facebook. A ideia veio de uma garota chamada Thaís Cavalcante, formada em Literatura. Olhem blog dela, é bem legal: Pronome Interrogativo . Então a ideia é ver um filme por semana e postar opinião... Claro que vamos ver aqui uma visão psicanalítica! Vamos embarcar nessa? Em breve divulgo minha lista. Obs.: O melhor é que vamos assistir em dobro, pois Adriana (minha esposa) também vai participar. Vejam o seu blog Volto Pra Curtir . Abraços,

O Fardo da Profissão

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Ser analista é um ser muito profundo. É uma decisão recheada de sabores e isolamentos, de tristezas, lágrimas, compreensão da dor do outro, e de pouquíssimo reconhecimento e gratidão. Não podemos através dela sublimar qualquer desejo de sermos melhores do que ninguém, não são os nossos conceitos que devem ser respeitados no setting , quem deve brilhar e se erguer sob os holofotes da vida é o paciente. Somos como Diógenes, o Cínico, carregamos uma lanterna sob a forte luz do dia, moramos em um barril escuro e estamos constantemente a procurar um homem honesto, não um homem apenas, mas o homem honesto que mora dentro de cada um de nós, precisamos encará-lo para saber da sua omissão ou do seu exacerbado controle. Olhamos para o sofrimento psíquico do outro com olhos mais profundos, e não há como desligar esse olhar. Ele foca e desconcerta, as pessoas vão se desmontando em nossa frente e cada vez mais se tornam menos enigmáticas, não conseguem perceber a quantidade de ações que realiza...