Basic emotions

Ser humano é ao mesmo tempo algo glorioso e extremamente cansativo.

Saber que nesse instante seu coração já bateu centenas de vezes, faz parte da grandiosidade do fato de humano ser. Saber que seu pulmão empreendeu incontáveis movimentos para te manter vivo é fantástico, e tudo isso sem a sua anuência. Seu corpo apenas prossegue fazendo de tudo para viver.

Descobrir as potencialidades da nossa mente e deixar que nossos neurônios criem e recriem conexões é maravilhoso, principalmente quando aprendemos a direcionar essas sinapses para o que julgamos útil e essencial na nossa existência.

O porém estar no porvir.

Somos humanos em todos os aspectos, inclusive em nossas emoções básicas, ao mesmo tempo que somos seres de possibilidades infinitas somos escravizados pela raiva, ou pelo ciúme, ou pelo medo de estar só. O que é extremamente curioso, pois estar só é exatamente o que faremos por boa parte da nossa vida, ao dormir, mesmo dormindo ao lado de alguém dormimos sozinhos, em nosso íntimo, ou mergulhamos em nossas preocupações ou ansiedades futuras. Enfim, estamos só ao ler esse texto, mesmo que estejamos lendo para alguém, a ideia primeiro passa por sua mente e é elaborada, para só depois ativar áreas cerebrais responsáveis pela fala. Após você ter conseguido criar algo, sozinho, dentro de si, é que você é capaz de verbalizar essa informação.



As emoções básicas podem nos tirar do caminho do aprimoramento mental, seja lá para que estamos nos aprimorando. Manejar essas estruturas básicas nos leva a nos conhecer melhor e entender, consequentemente, sobre nós mesmos. Então fica mais fácil de seguir empreendendo a jornada de aumentar nossa capacidade mental.

Torço para que nesse momento você esteja feliz com seu carnaval, alimentando suas emoções básicas, mas que elas não sejam as únicas, que você mergulhe em águas mais profundas, em busca de emoções derivadas, que te façam ir mais além.

Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Sucesso! Por Adamo Brasil

Hipnose Clínica

Como nos sentimos?